
Papel do franqueado: responsabilidades, rotina e expectativas
Papel do franqueado: responsabilidades, rotina e expectativas
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Por
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Juliane Rodrigues
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O papel do franqueado é fazer a gestão de unidade e seguir as diretrizes da marca e o seu modelo de negócio. No entanto, a operação de franquia exige uma boa parceria com a franqueadora para garantir o melhor resultado possível e estabelecer uma verdadeira relação de ganha-ganha.
Antes de entrar no sistema de franchising, você deve sanar algumas dúvidas. Uma das principais é relativa ao papel do franqueado. Afinal, ao exercer essa função, é necessário saber o que a marca espera da sua unidade, quais são as suas responsabilidades e os limites que fazem parte dessa parceria.
Neste post, você saberá mais do que como ser um franqueado. Entenderá qual é a sua função em uma franquia, como deverá ser sua rotina e quais são as suas responsabilidades. Então, que tal conhecer esses aspectos? Continue a leitura e veja as informações mais importantes sobre o assunto.
Qual é o papel do franqueado no franchising?
A função do franqueado é abrir a sua unidade e seguir a padronização e o modelo de negócio já estabelecidos pela marca. Assim, deve manter a qualidade do atendimento, dos produtos e dos serviços, ao mesmo tempo que arca com os custos, como royalties e taxa de franquia. Ainda deve gerenciar o seu negócio com foco no crescimento, trabalhando o espírito empreendedor e o comprometimento.
Quais as responsabilidades do franqueado?
As responsabilidades do franqueado são:
Seguir as cláusulas estabelecidas no contrato de franquia;
Manter a padronização operacional da marca;
Cumprir as diretrizes e as melhores práticas da rede;
Estabelecer uma boa comunicação entre franqueador e franqueado para um relacionamento adequado;
Aproveitar o suporte ao franqueado oferecido pela marca;
Investir no desenvolvimento de habilidades para aumentar suas chances de sucesso;
Participar do onboarding, de treinamentos e capacitações;
Realizar ações de marketing local e aderir às campanhas nacionais;
Colaborar com ideias para a marca;
Fazer a gestão de unidade para controlar finanças, estoque e indicadores de performance.
Leia também: Veja o guia do marketing de resultado para alcançar crescimento mensurável na sua empresa
Como é a rotina do franqueado na prática?
O trabalho do franqueado tem como foco a operação, a equipe, os indicadores e o acompanhamento do negócio. Aqui, alguns aspectos requerem atenção:
Tomar conta da operação: baseia-se nos manuais e processos desenvolvidos pela marca;
Cuidar da equipe: a rotina do franqueado passa por gerenciar o time e prestar a capacitação necessária, conforme as diretrizes da rede;
Monitorar indicadores de performance: o dono da unidade precisa saber o que acontece no seu estabelecimento, ou seja, qual é o faturamento, o ticket médio, o custo de mercadoria vendida (CMV), a conversão e se atingiu o ponto de equilíbrio;
Acompanhar o negócio: passa por fazer o marketing local, participar de reuniões, consultorias e treinamentos e estar disponível para dar e receber feedbacks da marca.
Qual é o nível de envolvimento e dedicação exigidos do franqueado?
A operação de franquia costuma requerer muito engajamento e esforço por parte do franqueado. Espera-se que ele estabeleça uma relação de parceria estratégica com a rede, em que ambas as partes se alinham para atingir o sucesso e fortalecer o nome da marca. Portanto, o objetivo é que os dois lados ganhem.
Afinal, a franqueadora fornece um modelo de negócio testado e aprovado, inovação contínua e suporte estratégico. Enquanto isso, o franqueado tem o dever de aproveitar o caminho já traçado para oferecer uma experiência excelente aos clientes.
Como funciona a autonomia do franqueado e os limites do modelo de franchising?
O franqueado tem certa autonomia e ela se refere apenas à questão operacional. Os limites do franchising são definidos pela Lei de Franquias e pelo contrato assinado entre as partes. Por isso, é fundamental analisar a Circular de Oferta de Franquia (COF) e saber quais são seus direitos e deveres.
De toda forma, tudo o que o franqueado faz tem o propósito de seguir as diretrizes da marca e manter a padronização operacional. Portanto, sua liberdade recai sobre a gestão da equipe e o funcionamento da unidade, dentro dos limites impostos pela franqueadora.
Leia também: Como funciona o sistema de franquias, sua estrutura, suas regras e o suporte ao franqueado
Quais são as expectativas da franqueadora em relação ao franqueado?
A franqueadora espera que o franqueado mantenha o seu modelo de negócio e sua padronização para manter a qualidade do atendimento, de produtos e serviços. Também tem o interesse em receber os valores indicados em contrato como forma de compensar a transferência de know-how e de direito de uso da marca.
Veja todos os aspectos implicados nas expectativas da franqueadora em relação ao que faz um franqueado:
Cumprimento da padronização operacional;
Realização de uma gestão ativa na unidade;
Pagamento das taxas indicadas em contrato;
Representação adequada da marca, com uso de materiais oficiais e adesão às campanhas da rede;
Transparência na comunicação, com envio de relatórios de desempenho;
Dedicação na aplicação do know-how da marca;
Foco no alcance das metas de faturamento.
Quais são os erros comuns e os desalinhamentos de expectativa no papel do franqueado?
As principais falhas na relação entre franqueador e franqueado são:
Falta de comunicação transparente;
Ausência de planejamento financeiro e de capital de giro;
Descumprimento dos padrões da rede;
Insuficiência no marketing local realizado;
Pouca análise da COF, o que leva a decisões erradas;
Escolha ruim do ponto comercial, com pouca visibilidade, por exemplo;
Desejo de ter mais liberdade e autonomia para inovar;
Crença de que as vendas ocorrerão sem esforços;
Necessidade de ter suporte total e não fazer a gestão da unidade;
Desejo de lucratividade imediata.
Todos esses erros e desalinhamentos prejudicam a relação entre franqueador e franqueado. O recomendado é verificar todos os critérios para abrir uma unidade no sistema de franchising e saber exatamente o que precisa fazer. Assim, você aumenta suas chances de sucesso.
Quer se tornar um franqueado? Saiba como!
Para evitar erros e desalinhamentos com a franqueadora e saber exatamente qual é o papel do franqueado, vale a pena contar com uma empresa especializada no sistema de franchising.
Com a 300 Franchising, você tem um ecossistema completo à sua disposição. Com mais de 90 marcas, temos profissionais especializados para ajudar na gestão do seu negócio e mostrar qual é o melhor caminho a seguir para ter êxito na sua empreitada.
Além disso, temos um método comprovado e baseado em performance, que faz com que nossas marcas sejam conhecidas e aprovadas pelo público. Dessa forma, você tem mais um ponto a seu favor e pode exercer o papel do franqueado de forma excelente, com foco no sucesso.
Então, o que acha de ver como podemos ajudar? Encontre a sua franquia no site da 300 Franchising, descubra a marca que mais combina com o seu perfil e converse com nossos especialistas para iniciar a sua jornada!
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O papel do franqueado é fazer a gestão de unidade e seguir as diretrizes da marca e o seu modelo de negócio. No entanto, a operação de franquia exige uma boa parceria com a franqueadora para garantir o melhor resultado possível e estabelecer uma verdadeira relação de ganha-ganha.
Antes de entrar no sistema de franchising, você deve sanar algumas dúvidas. Uma das principais é relativa ao papel do franqueado. Afinal, ao exercer essa função, é necessário saber o que a marca espera da sua unidade, quais são as suas responsabilidades e os limites que fazem parte dessa parceria.
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Qual é o papel do franqueado no franchising?
A função do franqueado é abrir a sua unidade e seguir a padronização e o modelo de negócio já estabelecidos pela marca. Assim, deve manter a qualidade do atendimento, dos produtos e dos serviços, ao mesmo tempo que arca com os custos, como royalties e taxa de franquia. Ainda deve gerenciar o seu negócio com foco no crescimento, trabalhando o espírito empreendedor e o comprometimento.
Quais as responsabilidades do franqueado?
As responsabilidades do franqueado são:
Seguir as cláusulas estabelecidas no contrato de franquia;
Manter a padronização operacional da marca;
Cumprir as diretrizes e as melhores práticas da rede;
Estabelecer uma boa comunicação entre franqueador e franqueado para um relacionamento adequado;
Aproveitar o suporte ao franqueado oferecido pela marca;
Investir no desenvolvimento de habilidades para aumentar suas chances de sucesso;
Participar do onboarding, de treinamentos e capacitações;
Realizar ações de marketing local e aderir às campanhas nacionais;
Colaborar com ideias para a marca;
Fazer a gestão de unidade para controlar finanças, estoque e indicadores de performance.
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Como é a rotina do franqueado na prática?
O trabalho do franqueado tem como foco a operação, a equipe, os indicadores e o acompanhamento do negócio. Aqui, alguns aspectos requerem atenção:
Tomar conta da operação: baseia-se nos manuais e processos desenvolvidos pela marca;
Cuidar da equipe: a rotina do franqueado passa por gerenciar o time e prestar a capacitação necessária, conforme as diretrizes da rede;
Monitorar indicadores de performance: o dono da unidade precisa saber o que acontece no seu estabelecimento, ou seja, qual é o faturamento, o ticket médio, o custo de mercadoria vendida (CMV), a conversão e se atingiu o ponto de equilíbrio;
Acompanhar o negócio: passa por fazer o marketing local, participar de reuniões, consultorias e treinamentos e estar disponível para dar e receber feedbacks da marca.
Qual é o nível de envolvimento e dedicação exigidos do franqueado?
A operação de franquia costuma requerer muito engajamento e esforço por parte do franqueado. Espera-se que ele estabeleça uma relação de parceria estratégica com a rede, em que ambas as partes se alinham para atingir o sucesso e fortalecer o nome da marca. Portanto, o objetivo é que os dois lados ganhem.
Afinal, a franqueadora fornece um modelo de negócio testado e aprovado, inovação contínua e suporte estratégico. Enquanto isso, o franqueado tem o dever de aproveitar o caminho já traçado para oferecer uma experiência excelente aos clientes.
Como funciona a autonomia do franqueado e os limites do modelo de franchising?
O franqueado tem certa autonomia e ela se refere apenas à questão operacional. Os limites do franchising são definidos pela Lei de Franquias e pelo contrato assinado entre as partes. Por isso, é fundamental analisar a Circular de Oferta de Franquia (COF) e saber quais são seus direitos e deveres.
De toda forma, tudo o que o franqueado faz tem o propósito de seguir as diretrizes da marca e manter a padronização operacional. Portanto, sua liberdade recai sobre a gestão da equipe e o funcionamento da unidade, dentro dos limites impostos pela franqueadora.
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Quais são as expectativas da franqueadora em relação ao franqueado?
A franqueadora espera que o franqueado mantenha o seu modelo de negócio e sua padronização para manter a qualidade do atendimento, de produtos e serviços. Também tem o interesse em receber os valores indicados em contrato como forma de compensar a transferência de know-how e de direito de uso da marca.
Veja todos os aspectos implicados nas expectativas da franqueadora em relação ao que faz um franqueado:
Cumprimento da padronização operacional;
Realização de uma gestão ativa na unidade;
Pagamento das taxas indicadas em contrato;
Representação adequada da marca, com uso de materiais oficiais e adesão às campanhas da rede;
Transparência na comunicação, com envio de relatórios de desempenho;
Dedicação na aplicação do know-how da marca;
Foco no alcance das metas de faturamento.
Quais são os erros comuns e os desalinhamentos de expectativa no papel do franqueado?
As principais falhas na relação entre franqueador e franqueado são:
Falta de comunicação transparente;
Ausência de planejamento financeiro e de capital de giro;
Descumprimento dos padrões da rede;
Insuficiência no marketing local realizado;
Pouca análise da COF, o que leva a decisões erradas;
Escolha ruim do ponto comercial, com pouca visibilidade, por exemplo;
Desejo de ter mais liberdade e autonomia para inovar;
Crença de que as vendas ocorrerão sem esforços;
Necessidade de ter suporte total e não fazer a gestão da unidade;
Desejo de lucratividade imediata.
Todos esses erros e desalinhamentos prejudicam a relação entre franqueador e franqueado. O recomendado é verificar todos os critérios para abrir uma unidade no sistema de franchising e saber exatamente o que precisa fazer. Assim, você aumenta suas chances de sucesso.
Quer se tornar um franqueado? Saiba como!
Para evitar erros e desalinhamentos com a franqueadora e saber exatamente qual é o papel do franqueado, vale a pena contar com uma empresa especializada no sistema de franchising.
Com a 300 Franchising, você tem um ecossistema completo à sua disposição. Com mais de 90 marcas, temos profissionais especializados para ajudar na gestão do seu negócio e mostrar qual é o melhor caminho a seguir para ter êxito na sua empreitada.
Além disso, temos um método comprovado e baseado em performance, que faz com que nossas marcas sejam conhecidas e aprovadas pelo público. Dessa forma, você tem mais um ponto a seu favor e pode exercer o papel do franqueado de forma excelente, com foco no sucesso.
Então, o que acha de ver como podemos ajudar? Encontre a sua franquia no site da 300 Franchising, descubra a marca que mais combina com o seu perfil e converse com nossos especialistas para iniciar a sua jornada!
O papel do franqueado é fazer a gestão de unidade e seguir as diretrizes da marca e o seu modelo de negócio. No entanto, a operação de franquia exige uma boa parceria com a franqueadora para garantir o melhor resultado possível e estabelecer uma verdadeira relação de ganha-ganha.
Antes de entrar no sistema de franchising, você deve sanar algumas dúvidas. Uma das principais é relativa ao papel do franqueado. Afinal, ao exercer essa função, é necessário saber o que a marca espera da sua unidade, quais são as suas responsabilidades e os limites que fazem parte dessa parceria.
Neste post, você saberá mais do que como ser um franqueado. Entenderá qual é a sua função em uma franquia, como deverá ser sua rotina e quais são as suas responsabilidades. Então, que tal conhecer esses aspectos? Continue a leitura e veja as informações mais importantes sobre o assunto.
Qual é o papel do franqueado no franchising?
A função do franqueado é abrir a sua unidade e seguir a padronização e o modelo de negócio já estabelecidos pela marca. Assim, deve manter a qualidade do atendimento, dos produtos e dos serviços, ao mesmo tempo que arca com os custos, como royalties e taxa de franquia. Ainda deve gerenciar o seu negócio com foco no crescimento, trabalhando o espírito empreendedor e o comprometimento.
Quais as responsabilidades do franqueado?
As responsabilidades do franqueado são:
Seguir as cláusulas estabelecidas no contrato de franquia;
Manter a padronização operacional da marca;
Cumprir as diretrizes e as melhores práticas da rede;
Estabelecer uma boa comunicação entre franqueador e franqueado para um relacionamento adequado;
Aproveitar o suporte ao franqueado oferecido pela marca;
Investir no desenvolvimento de habilidades para aumentar suas chances de sucesso;
Participar do onboarding, de treinamentos e capacitações;
Realizar ações de marketing local e aderir às campanhas nacionais;
Colaborar com ideias para a marca;
Fazer a gestão de unidade para controlar finanças, estoque e indicadores de performance.
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Como é a rotina do franqueado na prática?
O trabalho do franqueado tem como foco a operação, a equipe, os indicadores e o acompanhamento do negócio. Aqui, alguns aspectos requerem atenção:
Tomar conta da operação: baseia-se nos manuais e processos desenvolvidos pela marca;
Cuidar da equipe: a rotina do franqueado passa por gerenciar o time e prestar a capacitação necessária, conforme as diretrizes da rede;
Monitorar indicadores de performance: o dono da unidade precisa saber o que acontece no seu estabelecimento, ou seja, qual é o faturamento, o ticket médio, o custo de mercadoria vendida (CMV), a conversão e se atingiu o ponto de equilíbrio;
Acompanhar o negócio: passa por fazer o marketing local, participar de reuniões, consultorias e treinamentos e estar disponível para dar e receber feedbacks da marca.
Qual é o nível de envolvimento e dedicação exigidos do franqueado?
A operação de franquia costuma requerer muito engajamento e esforço por parte do franqueado. Espera-se que ele estabeleça uma relação de parceria estratégica com a rede, em que ambas as partes se alinham para atingir o sucesso e fortalecer o nome da marca. Portanto, o objetivo é que os dois lados ganhem.
Afinal, a franqueadora fornece um modelo de negócio testado e aprovado, inovação contínua e suporte estratégico. Enquanto isso, o franqueado tem o dever de aproveitar o caminho já traçado para oferecer uma experiência excelente aos clientes.
Como funciona a autonomia do franqueado e os limites do modelo de franchising?
O franqueado tem certa autonomia e ela se refere apenas à questão operacional. Os limites do franchising são definidos pela Lei de Franquias e pelo contrato assinado entre as partes. Por isso, é fundamental analisar a Circular de Oferta de Franquia (COF) e saber quais são seus direitos e deveres.
De toda forma, tudo o que o franqueado faz tem o propósito de seguir as diretrizes da marca e manter a padronização operacional. Portanto, sua liberdade recai sobre a gestão da equipe e o funcionamento da unidade, dentro dos limites impostos pela franqueadora.
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Quais são as expectativas da franqueadora em relação ao franqueado?
A franqueadora espera que o franqueado mantenha o seu modelo de negócio e sua padronização para manter a qualidade do atendimento, de produtos e serviços. Também tem o interesse em receber os valores indicados em contrato como forma de compensar a transferência de know-how e de direito de uso da marca.
Veja todos os aspectos implicados nas expectativas da franqueadora em relação ao que faz um franqueado:
Cumprimento da padronização operacional;
Realização de uma gestão ativa na unidade;
Pagamento das taxas indicadas em contrato;
Representação adequada da marca, com uso de materiais oficiais e adesão às campanhas da rede;
Transparência na comunicação, com envio de relatórios de desempenho;
Dedicação na aplicação do know-how da marca;
Foco no alcance das metas de faturamento.
Quais são os erros comuns e os desalinhamentos de expectativa no papel do franqueado?
As principais falhas na relação entre franqueador e franqueado são:
Falta de comunicação transparente;
Ausência de planejamento financeiro e de capital de giro;
Descumprimento dos padrões da rede;
Insuficiência no marketing local realizado;
Pouca análise da COF, o que leva a decisões erradas;
Escolha ruim do ponto comercial, com pouca visibilidade, por exemplo;
Desejo de ter mais liberdade e autonomia para inovar;
Crença de que as vendas ocorrerão sem esforços;
Necessidade de ter suporte total e não fazer a gestão da unidade;
Desejo de lucratividade imediata.
Todos esses erros e desalinhamentos prejudicam a relação entre franqueador e franqueado. O recomendado é verificar todos os critérios para abrir uma unidade no sistema de franchising e saber exatamente o que precisa fazer. Assim, você aumenta suas chances de sucesso.
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Para evitar erros e desalinhamentos com a franqueadora e saber exatamente qual é o papel do franqueado, vale a pena contar com uma empresa especializada no sistema de franchising.
Com a 300 Franchising, você tem um ecossistema completo à sua disposição. Com mais de 90 marcas, temos profissionais especializados para ajudar na gestão do seu negócio e mostrar qual é o melhor caminho a seguir para ter êxito na sua empreitada.
Além disso, temos um método comprovado e baseado em performance, que faz com que nossas marcas sejam conhecidas e aprovadas pelo público. Dessa forma, você tem mais um ponto a seu favor e pode exercer o papel do franqueado de forma excelente, com foco no sucesso.
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Antes de entrar no sistema de franchising, você deve sanar algumas dúvidas. Uma das principais é relativa ao papel do franqueado. Afinal, ao exercer essa função, é necessário saber o que a marca espera da sua unidade, quais são as suas responsabilidades e os limites que fazem parte dessa parceria.
Neste post, você saberá mais do que como ser um franqueado. Entenderá qual é a sua função em uma franquia, como deverá ser sua rotina e quais são as suas responsabilidades. Então, que tal conhecer esses aspectos? Continue a leitura e veja as informações mais importantes sobre o assunto.
Qual é o papel do franqueado no franchising?
A função do franqueado é abrir a sua unidade e seguir a padronização e o modelo de negócio já estabelecidos pela marca. Assim, deve manter a qualidade do atendimento, dos produtos e dos serviços, ao mesmo tempo que arca com os custos, como royalties e taxa de franquia. Ainda deve gerenciar o seu negócio com foco no crescimento, trabalhando o espírito empreendedor e o comprometimento.
Quais as responsabilidades do franqueado?
As responsabilidades do franqueado são:
Seguir as cláusulas estabelecidas no contrato de franquia;
Manter a padronização operacional da marca;
Cumprir as diretrizes e as melhores práticas da rede;
Estabelecer uma boa comunicação entre franqueador e franqueado para um relacionamento adequado;
Aproveitar o suporte ao franqueado oferecido pela marca;
Investir no desenvolvimento de habilidades para aumentar suas chances de sucesso;
Participar do onboarding, de treinamentos e capacitações;
Realizar ações de marketing local e aderir às campanhas nacionais;
Colaborar com ideias para a marca;
Fazer a gestão de unidade para controlar finanças, estoque e indicadores de performance.
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O trabalho do franqueado tem como foco a operação, a equipe, os indicadores e o acompanhamento do negócio. Aqui, alguns aspectos requerem atenção:
Tomar conta da operação: baseia-se nos manuais e processos desenvolvidos pela marca;
Cuidar da equipe: a rotina do franqueado passa por gerenciar o time e prestar a capacitação necessária, conforme as diretrizes da rede;
Monitorar indicadores de performance: o dono da unidade precisa saber o que acontece no seu estabelecimento, ou seja, qual é o faturamento, o ticket médio, o custo de mercadoria vendida (CMV), a conversão e se atingiu o ponto de equilíbrio;
Acompanhar o negócio: passa por fazer o marketing local, participar de reuniões, consultorias e treinamentos e estar disponível para dar e receber feedbacks da marca.
Qual é o nível de envolvimento e dedicação exigidos do franqueado?
A operação de franquia costuma requerer muito engajamento e esforço por parte do franqueado. Espera-se que ele estabeleça uma relação de parceria estratégica com a rede, em que ambas as partes se alinham para atingir o sucesso e fortalecer o nome da marca. Portanto, o objetivo é que os dois lados ganhem.
Afinal, a franqueadora fornece um modelo de negócio testado e aprovado, inovação contínua e suporte estratégico. Enquanto isso, o franqueado tem o dever de aproveitar o caminho já traçado para oferecer uma experiência excelente aos clientes.
Como funciona a autonomia do franqueado e os limites do modelo de franchising?
O franqueado tem certa autonomia e ela se refere apenas à questão operacional. Os limites do franchising são definidos pela Lei de Franquias e pelo contrato assinado entre as partes. Por isso, é fundamental analisar a Circular de Oferta de Franquia (COF) e saber quais são seus direitos e deveres.
De toda forma, tudo o que o franqueado faz tem o propósito de seguir as diretrizes da marca e manter a padronização operacional. Portanto, sua liberdade recai sobre a gestão da equipe e o funcionamento da unidade, dentro dos limites impostos pela franqueadora.
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A franqueadora espera que o franqueado mantenha o seu modelo de negócio e sua padronização para manter a qualidade do atendimento, de produtos e serviços. Também tem o interesse em receber os valores indicados em contrato como forma de compensar a transferência de know-how e de direito de uso da marca.
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Cumprimento da padronização operacional;
Realização de uma gestão ativa na unidade;
Pagamento das taxas indicadas em contrato;
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Foco no alcance das metas de faturamento.
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Descumprimento dos padrões da rede;
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